Oi, pessoal, tudo bem?

Hoje vou tentar ajudar você que está em dúvida sobre fazer ou não uma festa de casamento.

ATENÇÃO: Se você está lendo esse post e já casou, deixe nos comentários sua opinião e experiência para que as noivinhas ansiosas tenham todas as visões possíveis a respeito do tema!

Antes de começar quero perguntar uma coisa: Vocês conhecem alguém que fez festa de casamento e se arrependeu? Porque eu não conheço ninguém! Aliás, o que conheço são amigas que não fizeram festa e sentem que “faltou algo”. Talvez seja aquele velho ditado: Melhor se arrepender do que você fez do que o que você não fez.

Bom, sem mais rodeios, vamos lá…

1 – Existe um momento ideal?

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As pessoas hoje em dia procuram demais o momento ideal para realizar as coisas, sabe? O momento ideal para casar, o momento ideal para ter filhos e assim vai. E o que eu posso dizer para vocês é que, pra mim, o momento ideal é quando os dois querem!

Eu tenho uma amiga que casou depois de 30 anos de relacionamento, inclusive o filho deles levou as alianças e foi lindo!

O importante é os dois quererem a mesma coisa! Do contrário não vale a pena (mesmo!) brigar por causa disso, talvez com o tempo, como no caso da minha amiga, apareça um pedido super fofo de casamento. Vai dizer que não é muito melhor do que casar forçada ou forçando o rapaz?

E se o pedido nunca aparecer, gente, estamos no século do emponderamento feminino, pede você, uai! Se a resposta for não…já é assunto para outro post! hehe

2 – O que a festa de casamento significa para mim?

Essa eu acredito que deva ser a pergunta mais importante que você deve se fazer: O que uma festa de casamento significa para mim?

Porque se você casar por pressão dos pais, por exemplo, ou porque simplesmente acha “que tem que fazer” isso porque todo mundo faz você vai entrar numa cilada, Bino! haha

Não que você não vá curtir a festa, mas preciso ser sincera: a preparação da cerimônia é bem estressante, mesmo para quem sempre sonhou com o grande dia! Então imagina para quem não faz muita questão.

3 – E se eu não tiver dinheiro para isso?

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Essa com certeza é uma aflição de muitas noivinhas: Querer fazer uma festa de casamento mas achar que não vai dar conta (R$).

Bom, nesse caso eu acho que não importa qual seja a sua situação financeira, com organização e pé no chão você consegue festejar a sua união sim! É claro que você precisar ser realista, se a sua grana está curta não adianta querer olhar o clube, buffet e estilista mais caro da cidade! Aí com certeza você vai se frustrar, então quando você decidir fazer uma festa de casamento, a primeira coisa que deves estabelecer é: “quanto posso gastar” e não saia disso!

Acredite, sua festa não será menos especial porque você mandou convite por whatsapp ao invés de impresso, porque você alugou seu vestido ao invés de mandar fazê-lo ou porque você ofereceu um café da tarde ao invés de um jantar.

Fazer uma festa bonita gastando pouco é muito possível, ainda mais hoje em dia, que existem vários sites e canais do youtube ensinando você a fazer desde a caixinha do toalete até a decoração! Não tenha vergonha de pedir ajuda aos seus amigos e familiares para fazer algumas coisas do casamento, eles vão adorar botar a mão na massa com você e com certeza renderão momentos muito especiais que você vai lembrar com carinho.

4 – Quando o problema é o número de amigos/parentes

Não vou mentir para vocês, a pior parte do casamento é fazer a lista de convidados! Seja porque o número de pessoas que você quer convidar não é compatível com a disponibilidade de dinheiro que você tem para gastar, seja porque você é do tipo intimista e sonha com uma cerimônia reservada, mas não quer “ficar mal” com ninguém.

E não se iluda, mesmo que seu orçamento seja largo e você tenha um salão enorme para a recepção, ainda assim não vai ser uma tarefa fácil.

Sugiro que você coloque em um papel todo mundo que você conhece e depois vá tirando as pessoas da sua lista de acordo com o critério que você achar melhor. Listar seus convidados é uma das primeiras coisas que você deve fazer, porque o número de convidados define o tamanho do espaço que você tem que alugar e outras coisas relacionadas a festa.

Muitas pessoas desistem de casar porque acham que “teriam” que convidar muita gente. Posso dizer pra vocês que hoje em dia isso é besteira. Vou dar algumas dicas que aprendi com minha experiência e acho que podem ajudar a evitar alguns constrangimentos:

  • Quando marcar a data peça para os seus pais não comentarem sobre o casamento até que você tenha certeza de quem vai poder convidar. Às vezes você tem que deixar pessoas muito queridas de fora, por N motivos. Se você fizer isso depois dos seus pais terem feito um “pré-convite” fica muito chato.
  • Combine uma resposta padrão para as pessoas que lhe perguntarem sobre o casamento: “Nós vamos fazer algo simples, para poucas pessoas”, “Vai ser algo bem intimista, só vamos convidar pessoas que convivem com o casal”.
  • Quando você marcar a data, não saia convidando as pessoas na empolgação (isso serve para padrinhos também), geralmente a preparação do casamento dura um ano ou mais, (eu marquei a data do meu casamento em julho de 2015 e casei somente em setembro de 2016). Muita coisa pode acontecer em um ano, acredite!
5 – Caso ou viajo?

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Muitas pessoas passam por esse dilema. O que posso dizer sobre isso é que trata-se de algo muito pessoal. Se o casal acredita que tem que ser um ou o outro é preciso pensar o que pra eles tem mais significado e importância no momento. Digo no momento porque nada impede que a viagem ou a festa de casamento fique pra depois, como eu disse anteriormente, não existe tempo ideal pra isso.

Existe ainda a possibilidade de viajar e casar no local destino (destination wedding) e você pode optar por não convidar ninguém! Isso mesmo, a modalidade de casamento em que não há convidados está ganhando cada vez mais espaço.

Bom, pessoal, espero que essas dicas tenham ajudado vocês!

E respondendo a pergunta do título: Na minha opinião? vale MUITO  a pena. É um data linda, que você vai querer reviver mil vezes, é o dia em que você vai ver seus amigos mais queridos e parentes se divertindo, dançando, torcendo pela sua felicidade, enfim, é incrível! 🙂

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Se vocês quiserem posso dar mais dicas sobre casamento, afinal de contas passei um ano nesse universo e sei como ele é estressante e ao mesmo tempo maravilhoso! Poderia falar muito mais sobre isso, mas não quero cansar vocês hehe

Então é isso pessoal, até o próximo post…

beijos, Fran Valente

Um papo rápido sobre ansiedade e proposta de desafio pra mim e pra vocês 😊

beijos, Fran Valente

Oi, pessoal, tudo bem? Sou Fran Valente e a partir de hoje começarei a escrever para o blog Bau da Maquiagem da minha xara Fran Gabrielli 🙂   … E começo hoje trazendo pra vocês a série: “Se vira nos 30”.

O nome foi pensado em razão dos (milhões de) dilemas que nós, mulheres na faixa dos 30 anos, vivemos e temos que lidar no dia-a-dia. E se você ainda não tem ou já passou dos 30 anos, não se preocupe! Com certeza os temas tratados aqui te interessarão, eu particularmente não tenho 30 anos ainda, tenho 28, mas confesso que os 30 já pesam sobre a minha cabeça com algumas questões como:

  • Aos 30 eu devo ter filhos?
  • Devo ter atingido meu ápice profissional?
  • Devo vender tudo que tenho e viajar pelo mundo? (haha)

Brincadeiras à parte, essas minhas questões pessoais e outras tantas que vocês leitoras têm nós vamos abordar aqui com a finalidade de compartilhar experiências. E se você tiver conselhos tanto para mim quanto para as demais leitoras, por favor deixem aqui nos comentários e também, claro, sugestões de temas! Então sem mais rodeios, vamos lá… O dilema do dia é: Morar sozinha ou dividir apartamento?

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Bom, muitas de nós em algum momento da vida temos ou teremos vontade/necessidade de sair da casa dos pais, seja por causa da faculdade, trabalho, problemas familiares, ou simplesmente pela vontade de ser independente. Quando isso acontece logo diversas dúvidas surgem na nossa cabeça: Quanto vou gastar? Posso me bancar sozinha? Será que não é melhor continuar morando com meus pais e viver de uma forma mais confortável? E se eu me arrepender?

Agora vamos imaginar que você já respondeu todas essas questões, o dilema acabou? Claro que não! Para as mulheres modernas e ansiosas os dilemas nunca acabam… então surge a dúvida: Mas eu moro sozinha, sozinha mesmo ou eu me arrisco a dividir apartamento com alguém? Acho que posso te ajudar a responder essa pergunta, pois já fiz as duas coisas (dividi apartamento e morei sozinha). Listei 6 perguntas que você deve se fazer e que te ajudarão a decidir:

1) Eu costumo cumprir com meus compromissos pontualmente?

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Se eu dividir apartamento com uma amiga ela pode contar comigo para rachar as contas todo mês em determinado dia? Pense bem, você não vai querer deixar a sua amiga na mão, não é? E observe se a pessoa com quem vai morar é responsável, pois se ela não pagar a conta da luz, por exemplo, isso vai afetar você.

2) Eu sou uma pessoa organizada?

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Aqui não se trata apenas de ser uma pessoa organizada para que sua vida seja melhor, mas também de ter respeito com a pessoa que vai dividir apartamento com você. Às vezes para você não há o menor problema em deixar aquela louça na pia para lavar depois (ou dias depois), mas para a pessoa com quem você mora pode ser extremamente irritante chegar em casa e encontrar aquela bagunça na pia!

3) Eu sei dividir as coisas?

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Você tem estar pronto para dividir, egoísmo definitivamente não funciona se você quer morar com alguém.

No meu caso foi muito tranquilo, porque morei um tempo com uma amiga de infância, então nós simplesmente íamos comprando o que acabava e as duas usavam tudo, como uma família mesmo. Exceto nossos produtos de higiene pessoal e algumas comidas que uma gostava e a outra não (se você tiver liberdade para fazer isso, é melhor, economiza mais e é prático).

Se você não tiver intimidade com a pessoa que vai morar, tudo bem. Até vocês “acertarem os ponteiros” meu conselho é que organizem muito bem as coisas e definam TUDO antes de morar juntos (como vai funcionar o sistema de reposição de produtos de limpeza, onde vai ficar a comida de cada uma – vocês podem dividir as prateleiras da geladeira por usuária -, o que vai ou não ser dividido). Agora, se você você é do tipo “desligada”, que mal sabe o que tem na geladeira, o que está faltando em casa e vive esquecendo de ir no mercado… Provavelmente não serás uma boa roommate.

4) Eu vou receber muitas visitas?/Eu vou tolerar visitas da minha colega?

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Ta aí uma coisa que eu não vejo as pessoas se preocupando muito e depois arrumam a maior dor de cabeça.

Lembre-se que a sua família pode ser um amor, mas se os seus pais resolverem passar a semana visitando você, será uma semana de falta de liberdade e de desconforto para sua colega. É claro que quem vai dividir apartamento deve estar preparado para situações assim, mas nada em exagero é legal. Além disso, é bom estabelecer desde o início o que pode e o que não pode na casa de vocês. Já soube de amiga que não admitia homem dormindo no apê.

Portanto, se você não quer se preocupar em colocar uma roupa toda vez que precisar ir ao banheiro de madrugada para não arriscar dar de cara com o namorado da sua amiga ou, se você quer ter liberdade de trazer seu gatinho pra dormir com você toda noite, é melhor pensar em morar sozinha, ou, se a relação com o boy estiver madura, por que não convidar ele para juntar as escovas? 😉

5) Eu tenho móveis? 

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Se você já tem móveis, vale a pena pensar em morar sozinha, pois mobiliar a casa com certeza é o maior gasto inicial que a pessoa tem. Aí depois, se o orçamento pesar, você procura alguém pra morar no seu apartamento 🙂

Quando eu saí da casa dos meus pais fui para outra cidade em razão de um emprego novo, então não tinha NADA além das minhas roupas e maquiagens (na verdade eu fui para outra cidade tentar um novo emprego – graças a Deus consegui – mas isso é assunto pra outro post…), optei por dividir apê no primeiro ano na nova city e com certeza foi uma decisão acertada. Pude economizar dinheiro e quando fui morar sozinha não tive dificuldades para mobiliar meu apê.

6) Eu tenho estabilidade financeira?

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Se você é uma pessoa que tem um emprego não muito estável, ou dependa da ajuda dos pais, não aconselho a morar sozinha. Isso porque quando você aluga um apartamento, normalmente a imobiliária estipula um prazo mínimo para locação (geralmente de um ano) e se você romper o contrato antes desse tempo vai precisar pagar uma multa nada amigável.

Minha dica para quem não quer assumir um compromisso tão longo, é dividir apartamento com alguém que já tenha locado uma residência em seu nome ou que seja proprietário do apartamento, assim, se você precisar se mudar ou voltar para a casa dos pais, não vai prejudicar (tanto) a pessoa com quem você morava e não terá despesa com multa rescisória, caminhão de mudança, etc. Essa pergunta vale também para quem mora sozinha e quer chamar uma amiga para dividir o apê. Pense em como ficaria sua vida se do dia para a noite ela tivesse que sair do apartamento. Precisamos estar preparadas para tudo.

Então é isso, pessoal, espero que tenham gostado das dicas, se vocês têm alguma experiência legal para relatar ou sugestão de tema para o próximo post é só deixar nos comentários.

Beijos

beijos, Fran Valente