Como faltam apenas 4 meses para a Alice completar 1 ano, comecei a minha pesquisa de locais para fazer festa infantil em Florianópolis. E gente não sabia que tinha tantos! Há buffets para vários tipos de festa e “bolsos”. Selecionei aqui apenas os que mais gostei e os que entrei em contato para solicitar orçamentos.

Clube da Mônica

O Clube da Mônica fica no bairro de Coqueiros.  Possui o salão principal para até 150 pessoas e o salão superior para até 100 pessoas. O espaço conta com área baby, camarim de fantasias, Kiddy Play, piscina de bolinhas baby, casa de bonecas, camas elásticas e lanchonete kids. São 4 tipos de pacotes de festa: festa Sol, Dolce Festa, Mega Festa e Superfantástica. Em todos os pacotes está incluso a bebida, comida e decoração (detalhes sobre cada pacote clique aqui).

Fotos retiradas do site da empresa

Classic Buffet e Eventos

O Classic Buffet fica no bairro Santa Mônica e dispõe de capacidade para até 150 convidados. O espaço oferece área lounge decorado para pais, com canais da Sky HD TV, área baby com vilas e carrossel, camarim, kid play, samba, multi jogos, campo de futebol, e brinquedos eletrônicos como (air-game, basquete, simulador de corrida e pebolim). Também possui 4 tipos de pacotes de festa: Elegance, Requinte, Sofisticada e Glamour (detalhes de cada pacote clique aqui). Em todos está incluso bebida, comida e decoração.

Fotos: facebook Buffet Classic

Balangolé Festas

A Balangolé Festas fica no centro de Floripa. O espaço conta com jogos eletrônicos, big cama elástica, máquina de dança, área baby com brinquedos acolchoados. No site tem opções de diferentes tipos de temas de festa, mas não fala nada sobre pacotes.

Brinca Mundi

O Brinca Mundi possui duas unidades: uma na ilha e outra no continente. O espaço conta com atrações como camas elásticas, xícara maluca, games, tombo legal, campinho de futebol, área baby, big jump, parede de escalada, kidie play, elevador giratório e Cinema 6D. Também possui a opção de aluguel de cabanas para a realização de festa do pijama em casa. Possui dois tipos de pacote de festa: o Festa Ilha e o Festa Top (valores aqui).

Outras opções (esses não entrei em contato): Planeta Festas; Duda Willy; Meg Y Doo Festas; Encantado Festas.

Alguma mamãe já realizou a festa em algum desses locais? Como foi?

beijos, Fran Gabrielli

O post de hoje é o relato de um dos momentos mais emocionante da minha vida. Hoje, contarei para vocês como a Alice veio ao mundo e como foi a minha experiência com a cesariana. Primeiro de tudo, quero dizer que são experiências pessoais minhas. Não estou fazendo “apologia” a nenhum tipo de parto ou julgando escolhas (falo isso porque sei que é um tema polêmico na maternidade).

Na minha primeira consulta com a obstetra já conversamos sobre os dois tipos de parto: o natural e a cesariana. Ela me falou para não criar nenhuma expectativa sobre nenhum dos dois, porque era muito cedo para isso. Também comentou que ela não marcava cesárea, ou seja, mesmo que eu optasse pela cesariana, ela esperaria o momento em que o bebê decidisse vir ao mundo.

Até o sétimo mês eu não tinha nenhuma ideia definida. Em alguns momentos queria parto natural em outros cesariana (rsrs..). Mas entrando no oitavo mês comecei a ficar mais apreensiva e com medo (sim sempre fui medrosa, me julguem!) e decidi juntamente com meu marido que iria optar pelo parto cesárea. Conversei com a minha médica e ela falou que iriamos esperar a Alice dar um sinal de que queria nascer.

Eu completava 40 semanas no dia 20 de janeiro. No dia 5 pela manhã comecei a ter contrações irregulares e sem dor. Falei com a minha médica pelo wattsap e ela me pediu para ir até o consultório para me examinar. Segundo ela, eu estava apenas no pródromo ( sinais que indicam que o trabalho de parto está próximo), mas que poderia demorar até uma semana para eu realmente entrar em trabalho de parto. Voltei para casa e as contrações continuaram com intervalos de tempos menores. Quando deu 19 horas liguei para a médica e relatei que estava com contrações mais doloridas (nenhuma dor insuportável, era tipo dor de cólica menstrual), foi quando ela me pediu para ir até a maternidade.

Chegando lá fui examinada pela médica plantonista e ela confirmou que eu já havia entrado em trabalho de parto. Nesse momento, minha obstetra já havia chegado e fomos para a sala de cirurgia. Por incrível que pareça eu estava super tranquila, confiava bastante na Dra. Simone. A anestesista foi explicando tudo o que iria fazer e me deixou ainda mais calma. Não senti dor nenhuma ao tomar a anestesia e logo comecei a sentir as minhas pernas dormentes. Me deitaram na maca e chamaram o Bruno para acompanhar o parto. Em questão de minutos a Alice nasceu! É tudo muito rápido! Colocaram ela do meu lado por um tempinho e depois levaram ela para fazer os exames iniciais. Alice nasceu com 2.945 e 47.5 centímetros de pura gostosura!

Após o término da cesariana, ficamos em uma sala de recuperação (nós 3). Eu sentia muito frio e não conseguia parar de tremer. Ainda bem que eu já tinha lido que essa era uma reação normal após a anestesia, então não fiquei assustada. Ficamos nessa sala por umas 2 horas e depois fomos para o quarto. Alice ficou no mesmo quarto que nós e não em um berçário. E já desde os primeiros momentos colocaram ele no seio para mamar.

Sobre o pós cirúrgico:

O primeiro dia pós cirúrgico para mim foi o mais chato. A primeira vez que tive que levantar da cama, doeu e muito! Lembro bem de nem conseguir ficar reta, caminhava toda agachada. Já no segundo dia eu não sentia dor, apenas o incômodo de não me movimentar como eu queria.  E após uns 5 dias era como se eu não tivesse mais um corte. Eu estava super bem! Claro que ainda assim eu precisava me cuidar. Mas no geral tive uma ótima recuperação! Essa foto foi 10 dias pós parto.

Mas o mais importante tudo é que ninguém é menos mãe pelo tipo de parto que escolheu (ou precisou escolher). Ninguém ama menos o (a) filho (a) por esse motivo, isso é bobagem! Isso é hipocrisia! Ser mãe, com certeza vai muito além disso! Então quando chegar a sua hora, não se deixe influenciar por ninguém. Leia e pesquise muito sobre os dois tipos de parto e tome a sua decisão.

Beijos!!

beijos, Fran Gabrielli

Hoje vou contar para vocês um pouco como foi a introdução alimentar da Alice. Como ela teve muito refluxo (tema para outro post) a nossa gastro pediatra autorizou a começar a dar frutas para ela a partir dos 5 meses. Ela sugeriu iniciar com maça, banana e pera, na forma amassada ou raspada, duas vezes ao dia, geralmente no meio da manhã ou da tarde.

Os primeiros 10 dias foram tensos. Alice não comia nada e cuspia tudo para fora. Já tinham me falado que era normal, mas ainda assim estava preocupada que ela não aceitasse alimentos sólidos. No entanto, passados esses 10 dias ela começou a comer um pouco melhor. Às vezes recusava a fruta de manhã, mas a tarde comia, ou vice e versa.  Mas enfim, para mim já era um avanço.

Quando ela completou 6 meses iniciamos com as papas salgadas. Segundo a médica e alguns livros que li sobre alimentação infantil, a papinha salgada deve conter basicamente cada um dos grupos alimentares abaixo:

Fonte: Pinterest

Vou mostrar para vocês como eu costumo fazer:

Cozinho no vapor (uso aquela máquina própria de fazer papinhas da Vizio):

  • um tubérculo (tento diversificar, por exemplo, um dia batata doce, no outro batata inglesa);
  • duas hortaliças verdes (ex. couve e brócolis);
  • uma hortaliça colorida (ex. cenoura)
  • cebolinha e salsinha para temperar.

A carne eu costumo cozinhar, desfiar bem e congelar ela com o caldinho. Com o feijão faço a mesma coisa. Acho mais prático, porque aí é só descongelar e misturar com os legumes cozidos e amassados (não uso liquidificador). Às vezes pego algumas receitas de livros próprios de papinhas, mas no geral vou fazendo as minhas próprias combinações e adaptações. O importante é ela ficar nutritiva e gostosa (sim, porque se você provar e achar ruim, provavelmente seu bebê também não vai gostar).

A introdução da papa salgada também foi aos poucos, primeiro só almoço e agora com 7 meses almoço e janta. Para a nossa surpresa, a Alice adorou a papa salgada e está comendo super bem. No entanto, voltou a não querer frutas. Além das frutas iniciais, já demos mamão, pera, caqui, manga, damasco cozido, ameixa e ela tem recusado quase tudo. Enfim, estamos na tentativa e não podemos desistir. Mesmo ela recusando, oferecemos todos os dias. Tudo com muita paciência que um dia dá certo rsrs…

Por enquanto, não ofereci e não pretendo oferecer açúcar para a Alice, pretendo evitar até quando puder. Claro que não quero ser neurótica, mas quanto mais tempo demorar melhor, já que ele não traz nenhum benefício nutritivo.

Bom eu acho que é isso. O principal de tudo é sempre ter muita paciência e não ficar comparando o seu filho com outras crianças. Não há como definir um padrão porque ele simplesmente não existe quando falamos de pessoas.  Cada um tem suas particularidades e aceitando isso, todo mundo fica feliz. Além disso, sempre leia, pesquise e inicie da forma que você sentir que deve iniciar. Se não der certo, mude, adapte, readapte, enfim, siga seus instintos e respeite o ritmo e os gostos do seu bebê.

Gostaram mamães? Como foi ou está sendo a introdução alimentar do seu bebê? Deixe nos comentários sua experiência!

E se você ainda não me segue no instagram, segue lá @franbgabrielli.

Super beijo!

 

beijos, Fran Gabrielli