Hoje vou contar para vocês um pouco como foi a introdução alimentar da Alice. Como ela teve muito refluxo (tema para outro post) a nossa gastro pediatra autorizou a começar a dar frutas para ela a partir dos 5 meses. Ela sugeriu iniciar com maça, banana e pera, na forma amassada ou raspada, duas vezes ao dia, geralmente no meio da manhã ou da tarde.

Os primeiros 10 dias foram tensos. Alice não comia nada e cuspia tudo para fora. Já tinham me falado que era normal, mas ainda assim estava preocupada que ela não aceitasse alimentos sólidos. No entanto, passados esses 10 dias ela começou a comer um pouco melhor. Às vezes recusava a fruta de manhã, mas a tarde comia, ou vice e versa.  Mas enfim, para mim já era um avanço.

Quando ela completou 6 meses iniciamos com as papas salgadas. Segundo a médica e alguns livros que li sobre alimentação infantil, a papinha salgada deve conter basicamente cada um dos grupos alimentares abaixo:

Fonte: Pinterest

Vou mostrar para vocês como eu costumo fazer:

Cozinho no vapor (uso aquela máquina própria de fazer papinhas da Vizio):

  • um tubérculo (tento diversificar, por exemplo, um dia batata doce, no outro batata inglesa);
  • duas hortaliças verdes (ex. couve e brócolis);
  • uma hortaliça colorida (ex. cenoura)
  • cebolinha e salsinha para temperar.

A carne eu costumo cozinhar, desfiar bem e congelar ela com o caldinho. Com o feijão faço a mesma coisa. Acho mais prático, porque aí é só descongelar e misturar com os legumes cozidos e amassados (não uso liquidificador). Às vezes pego algumas receitas de livros próprios de papinhas, mas no geral vou fazendo as minhas próprias combinações e adaptações. O importante é ela ficar nutritiva e gostosa (sim, porque se você provar e achar ruim, provavelmente seu bebê também não vai gostar).

A introdução da papa salgada também foi aos poucos, primeiro só almoço e agora com 7 meses almoço e janta. Para a nossa surpresa, a Alice adorou a papa salgada e está comendo super bem. No entanto, voltou a não querer frutas. Além das frutas iniciais, já demos mamão, pera, caqui, manga, damasco cozido, ameixa e ela tem recusado quase tudo. Enfim, estamos na tentativa e não podemos desistir. Mesmo ela recusando, oferecemos todos os dias. Tudo com muita paciência que um dia dá certo rsrs…

Por enquanto, não ofereci e não pretendo oferecer açúcar para a Alice, pretendo evitar até quando puder. Claro que não quero ser neurótica, mas quanto mais tempo demorar melhor, já que ele não traz nenhum benefício nutritivo.

Bom eu acho que é isso. O principal de tudo é sempre ter muita paciência e não ficar comparando o seu filho com outras crianças. Não há como definir um padrão porque ele simplesmente não existe quando falamos de pessoas.  Cada um tem suas particularidades e aceitando isso, todo mundo fica feliz. Além disso, sempre leia, pesquise e inicie da forma que você sentir que deve iniciar. Se não der certo, mude, adapte, readapte, enfim, siga seus instintos e respeite o ritmo e os gostos do seu bebê.

Gostaram mamães? Como foi ou está sendo a introdução alimentar do seu bebê? Deixe nos comentários sua experiência!

E se você ainda não me segue no instagram, segue lá @franbgabrielli.

Super beijo!

 

beijos, Fran Gabrielli

Mês passado foi nossa primeira viagem longa com a Alice. Fomos para Bahia visitar meus sogros e aproveitar para curtir uns dias de descanso na praia. Foi bem diferente encarar um voo longo com um bebê de quatro meses. Primeiro começa com a mudança que temos que levar né! Sério parece que estávamos mudando de cidade de tanta coisa que levamos rsrsrs..

Ida:

Escolhemos o voo de Floripa a Ilhéus com uma conexão curta (1 hora e 30 minutos) em Brasília. Saímos de Floripa às 8:00 e chegamos em Ilhéus às 13:30 hrs. A Alice dormiu quase o tempo todo nos dois voos. Na conexão ela ficou elétrica querendo ver tudo, era muito engraçado a carinha dela. Posso dizer que os voos foram bem tranquilos. Contudo, nosso destinho final era Vitória da Conquista, que fica a 4 horas de carro de Ilhéus. Aí esse trajeto não foi tão fácil. Ela chorou, não queria ficar no bebê conforto do carro. Tivemos que parar umas 2x para dar mamadeira. Então as 4 horas se transformaram em 6 horas cansativas para todos. Se eu fosse fazer essa viagem novamente, dormiria em um Hotel em Ilhéus e somente no outro dia, encararia uma viagem de carro. Mas vivendo e aprendendo né!

Volta:

A volta foi bem mais tranquila. Isso porque foi feita em etapas, ou seja, saímos de Vitória da Conquista, chegamos em Ilhéus e ficamos 5 dias descansando em uma casa de praia.  Nosso voo de Ilhéus saiu as 13:30 e chegamos em Floripa às 23:00. A conexão da volta foi bem longa, ficamos 5 horas em Congonhas – São Paulo, mas como é um aeroporto grande deu para matar o tempo andando com o carrinho de bebê  pra lá e pra cá e deixando a Alice feliz (ela adora passear de carrinho). No voo para Floripa ela dormiu o tempo todo.

Trocas de fraldas:

Como os voos era curtos (em média duas horas), aproveitava para fazer a troca de fralda no fraldário do aeroporto, que é mais confortável e usava o trocador portátil em cima. Só em um dos voos fizemos a troca da fralda no banheiro do avião, porque não dava para esperar chegar no aeroporto (se é que me entendem kkkk).

Bagagem:

Definitivamente foi a viagem que mais levei tralhas. Levamos bebê conforto, carrinho e uma mala enorme.  O bebê conforto despachamos no check-in, o carrinho só na porta do avião. Na cabine, levamos 2 mochilas e uma bolsa com trocador portátil, mamadeiras, duas peças de roupas para algum imprevisto e lenço umedecido.

Viagens longas são sempre cansativas, e com um bebê a coisa fica pior… Mas eu acho que vale a pena quando chegamos no destino. Além disso, como gostamos de viajar, já estávamos nos preparando para isso!

E falando um pouquinho de Ilhéus. Ficamos em uma casa (que foi alugada) no Condomínio Mar e Sol. O lugar era lindo, praia paradisíaca e quase particular. Algumas fotos para vocês terem ideia do lugar:

beijos, Fran Gabrielli

Como a maternidade agora faz parte da minha vida, acho que ia ser legal eu postar algumas coisas sobre esse tema, o que vocês acham? Até porque sei  que tem muitas gravidinhas e mamães que acompanham o blog. Para começar vou falar de algumas lojas que comprei roupas que a Alice usa e eu gosto muito!

Carters

Eu sou fã de carteirinha das roupas da Carters. Ela é uma marca americana super famosa pra quem vai fazer enxoval no exterior, pois tem muita opção e é tudo baratinho (tipo 5 bodies por US$15). Aqui no Brasil é um pouco mais caro (novidade né rsrs), mas ainda compensa. As roupas são lindas! Bem moderninhas e o tecido é ótimo! As lojas que vendem online: Maria Cresceu, Baby Face. Ah sei que a Riachuelo também vende nas lojas físicas.

 

Nigambi

A Nigambi é uma loja online que faz conjuntinhos de bodies temáticos. Tem body que imita marinheiro, médico, Papai Noel… muita coisa legal pra fazer foto! E o preço é muito bom!

 

Ficou Pequeno

Para quem gosta de reutilizar a dica é o site Ficou Pequeno. São várias lojinhas de mamães vendendo roupinhas usadas (ou quase nada usadas) de seus pequenos. Eu sou viciada nesse site hahaha.. Já encontrei muita coisa bacana e também criei minha lojinha para vender as peças que a Alice não usa mais. Tem muita marca importada e o preço é o melhor de tudo! Você pode procurar pela marca que deseja e pelo tamanho.

Bebê Store

A bebê Store é uma loja online super completa. Além de roupas, você também vai encontrar calçados, brinquedos e produtos de higiene. O que eu gosto é que eles vendem várias marcas de roupas importadas e nacionais. E o melhor sempre tem promoção rolando no site!

Vocês já conheciam alguma dessas?

beijos, Fran Gabrielli